passeios

 

 

Trabalhamos em parceria com a Agência de Turismo Paraty Adventure que atua em Paraty sob todos os regulamentos e determinações do Ministério do Turismo, com um serviço de qualidade e bom atendimento.

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Passeio tradicional com duração aproximada de 6 horas, diferentes roteiros incluindo quatro paradas em praias e ilhas, de aproximadamente 40 minutos cada. Nestas paradas é possível fazer mergulho livre com mascara e snorkel, contando com a vantagem de uma água cristalina. Dentro destas 4 paradas temos uma que se torna obrigatória, com os pedidos de nossos turistas, a Ilha Comprida, que é mais conhecida como aquário natural pela quantidade de peixes que tem rodeando o barco e as pessoas que mergulham no mar. O passeio também visita uma ultima praia onde os turistas podem relaxar na areia.

Trindade foi, nos tempos coloniais, um porto para os piratas que atacavam os navios de Paraty. As historias dos moradores locais ainda fala em tesouros perdidos e baús cheios de ouro. Já nos anos 60 o lugar foi descoberto pelos hippies e, aos poucos, sua fama se espalhou. Mas mesmo hoje, Trindade é o lugar onde se acha bares como “A morte da Larica” e as placas de transito são pichadas com “É proibido o trafego de caretas na estrada”.

Nos anos 90, o turismo descobriu a beleza da região. Hoje a antiga vila de pescadores é um lugar cheio de pousadas, barzinhos e restaurantes. A antiga paisagem pitoresca cedeu lugar para uma região movimentada, cheia de festas, musica e luaus. Os moradores mais velhos, saudosistas, dizem que Trindade perdeu seu charme, mas ainda há muita natureza e deslumbramento naquele lugar.

Um antigo sobrado do século XVIII abriga desde março de 2004 a Casa da Cultura de Paraty. Com projeto de 2,1 milhões de reais idealizado pela Prefeitura Municipal em parceria com a Eletronuclear, a Fundação Roberto Marinho e a Rede Globo, a Casa da Cultura possui exposição permanente, idealizada pela diretora teatral Bia Lessa, com peças do cotidiano paratiense, computadores com a historia e dicas para os turistas, auditório para 180 pessoas, livraria, espaço para exposições e loja de artesanatos.

É uma praia extensa, onde se pode alugar caiaques, barcos e andar de banana-boat. Apesar de ser bastante visitada, sempre é possível encontrar um lugar calmo, sombra e água fresca. 

A praia de São Gonçalo possui quiosques que servem comida, bebida e petiscos. Protegido por três ilhas (Pelada Grande, Pelada Pequena e Sururu), o mar é calmo e seguro. 

Uma boa idéia é visitar São Gonçalinho. A paisagem quieta e bucólica é um verdadeiro remédio para a alma!

Esta é a praia mais próxima do Centro Histórico onde você pode se banhar (a água da Praia do Pontal e do Rio Perequê-Açú não são apropriadas para banho). Jabaquara é um bairro semi-urbano onde você também encontra bares, restaurantes, quiosques na praia e comercio local.

Você pode também alugar caiaques por hora.

A maior atração desta praia é a lama medicinal que fica no final da praia. De acordo com crenças populares, o enxofre da lama faz com que a pele fique mais bonita. Durante o carnaval, as pessoas se fantasiam de homem das cavernas, cobrindo-se com lama e desfilando pelas ruas gritando: “Uga-Uga! Ha-Ha! Uga-Uga! Ha-Ha!”

Mergulho Livre, Resort Course (Batismo), Curso Básico e Turismo Submarino

 

Pontos de Mergulho: Ilha Deserta, Ilhote dos Meros, Ilha dos Meros, Ilha dos Cocos, Parcel dos Meros e outros.

A serem definidos na hora com instrutor.

Há alguns anos, Marcelo Ladeira Castanheira, incentivado por sua mãe, Maria Selma Ladeira Castanheira, que reconheceu nele dotes artísticos, se interessou pelo artesanato.

Começou então a fazer réplicas de monumentos das cidades históricas de Minas Gerais.Iniciou fazendo um chafariz, existente na cidade de Tiradentes, construído em 1749.

A experiência deu certo, tendo conseguido, inclusive, fazer jorrar águas pelas carrancas existentes no Chafariz.Entusiasmado, começou a produzir novas réplicas das cidades mineiras que tiveram importância durante o Ciclo do Ouro, como Tiradentes, São João Del Rei, Ouro Preto, Mariana e outras.

Ao passearmos pela Mini Estrada Real Parque Temático Histórico e Cultural, vamos recontar uma história que no passado constituiu um grande patrimônio da humanidade...

O Jeep sai de Paraty com destino ao Parque Nacional da Serra da Bicaina. Após percorrer trilhas no meio da mata atlântica, visitaremos belíssimas cachoeiras como a da Pedra Branca, a mais bela da região, cenário natural para matérias fotográficas, encravada no meio da floresta com toda sua biodiversidade intocada, ótima oportunidade para observar várias espécies de pássaros da região e ter contato direto com a flora local incluindo uma das maiores arvores da região, o “Jequitibá”.Alem das cachoeiras visitaremos dois alambiques de cachaça, a exposição do Caminho do Ouro e uma exposição de bromélias.

No City Tour você visita os principais Pontos Turísticos e Históricos do Centro Histórico de Paraty:

Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios

Igreja da Santa Rita

Museu da Arte Sacra

Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito

Igreja de Nossa Senhora das Dores

Forte Defensor Perpétuo

Centro de Tradições e Artes Populares

Quartel da Fortaleza da Patitiba

Pinacoteca Antônio Marino de Gouveia

Biblioteca Municipal Fábio Villaboim

 

Além de conhecer a história de como Paraty foi colonizada.

Estrada construída pelos escravos entre os séculos XVII e XIX, a partir de trilhas dos índios guaianazes, o Caminho do Ouro está relativamente preservado e se encontra envolto pela exuberância da Mata Atlântica do Parque Nacional da Serra da Bocaina. Ponto de passagem obrigatório, nos séculos XVII e XVIII, o caminho ligava o Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, no chamado “Ciclo do Ouro”. Paraty exercia a função de Entreposto Comercial e também por sua posição geográfica, porto escoadouro da produção de ouro de Minas para Portugal. Foi uma das mais importantes cidades portuárias do século XVIII. Visitar o Caminho do Ouro permite conhecer, não só uma importante obra de engenharia, mas também uma ecologia deslumbrante e o povo paratiense com sua cultura, seu passado e seu presente. Cachoeiras, ateliês, alambiques, comidinha caseira... Visite o Caminho do Ouro.

Paraty-Mirim no passado era um importante porto, onde foram desembarcados escravos destinados as lavouras paulistas. Ainda hoje se pode visitar a capela de Nossa Senhora da Conceição (1686), a mais antiga Igreja paratiense.

A praia tranqüila e os barzinhos e restaurantes da região proporcionam uma tarde agradável e relaxante.

Existem, também, pequenas pousadas e um cais de onde saem os barcos de pescadores. No caminho para a praia, passa-se pela reserva dos Índios Guaranis, protegida pela FUNAI.

A orla sombreada por amendoeiras nativas e as casas e barcos dos pescadores são o cenário perfeito para uma boa tarde de descanso.

O nome da praia já diz tudo! A natureza rica e exuberante da praia do Sono forma uma das paisagens mais lindas de Paraty. Calma, paz e serenidade.

O Sono é um lugar para se passar, pelo menos um dia.Quiosques feitos pelos próprios pescadores vendem comida e bebidas para os visitantes.

As águas da região normalmente são calmas e refrescantes.

O meio termo entre a Baia de Paraty e Trindade.

O passeio inicia-se no trevo de Paraty seguindo para o Parque Nacional da Serra da Bocaina.

A cavalgada é acompanhada por um guia especializado no qual estará à disposição por todo o passeio.

Montaria para iniciantes, com paradas em excelentes cachoeiras para banho, com varias trilhas pela floresta, passando por vasta área de planície com mirantes, onde se tem uma vista deslumbrante da baia de Paraty.

Os cavalos são bem cuidados e seguros para o bem estar do cliente.

Um versátil teatro com capacidade para 100 espectadores que apresenta concertos de musica populares e clássicos, peças de teatro, dança e produções da companhia residente – Grupo Contadores de Estórias.O mais famoso teatro de bonecos de Paraty.

Reconhecido pela qualidade em seus trabalhos, a companhia performa ocasionalmente no Rio de Janeiro e São Paulo assim como em festivais, sempre bem recebido pelo publico e críticos.Uma peça para adultos, sem palavras, composta por antológicos momentos de três produções da companhia: Pas de Deux, Maturando e Rodin, Rodin.

Os temas são variados: um antigo violinista, um suicídio, um Índio em momento de reflexão, o divertido flerte entre dois idosos, uma surpreendente cena de rejuvenescimento, uma cena com mistura de despertar erótico e parto.

Surgida no final do século XIX com a decadência do regime escravocrata, a Comunidade Quilombo Campinho da Independência é originada de três negras, ex-escravas da Casa Grande, que receberam as terras por parte do senhor de escravos, dono da Fazenda Independência.

Ao longo desses anos a comunidade se organizou socialmente, mantendo como base o regime matriarcal, sob a liderança de mulheres como Vovó Antonia, Tia Marcelinha e Tia Luiza, as primeiras mulheres, além de Tia Zaquinha, Mãe Teodora, Tia Bernarda, Tia Paulina, Xará Camila, entre outras que escreveram a história desse povo, conduzindo o destino socioeconômico, bem como a preservação da Identidade cultural.

Em meados da década de 70, com a construção da Rodovia Rio-Santos, a região, onde está inserida a Comunidade Quilombo Campinho da Independência sofreu fortes alterações, levando inclusive a comunidade a se reorganizar do ponto de vista político, principalmente diante das ameaças de grileiros que chegavam por conta da valorização das terras.

A luta pela terra foi um dos principais capítulos da historia de resistência dos quilombolas de Paraty.

Praça do Chafariz, s/n - Centro Histórico
Tel: (24) 3371-1291   /    Cel: (24) 98839-1268
 
 
 
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